Todo diagnóstico separa grupos segundo critérios definidos por alguém. O que acontece quando o objeto classificado é o comportamento humano?
Do caos pré-Kraepelin ao DSM-5: as classificações psiquiátricas não são descobertas — são construídas, e carregam as marcas de cada época.
Grávida ou não é categoria; pressão arterial é dimensão com ponto de corte. E os sintomas psiquiátricos, que existem num contínuo de intensidade?
Sem padrão-ouro, o diagnóstico psiquiátrico opera por critérios: veja na íntegra como o DSM-5 define mania, fobia social e pânico.
Todo diagnóstico começa separando o que importa do que não importa — e o que conta como sinal muda com a história da própria psiquiatria.
Linguagem universal, síntese de informação, conduta, prognóstico, acesso a tratamento: para que serve, afinal, um diagnóstico psiquiátrico?
Se não há definição de doença — nem de doença mental —, o que a psiquiatria diagnostica? De Szasz ao DSM-IV, as controvérsias que todo médico deveria conhecer.
Clorose, homossexualidade, personalidade masoquista: diagnósticos que a medicina criou, usou por décadas — e depois apagou.
A crença de que o pênis está encolhendo — e de que a retração completa mata: epidemias de koro atingiram milhares de pessoas na Ásia.
Como se decide quem é normal? Três leituras sobre os bastidores — nada assépticos — da construção dos manuais diagnósticos.
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