Chamar um remédio pelo que ele trata confunde o paciente e trai a farmacologia: a proposta da Nomenclatura Baseada em Neurociências (NbN).
O cirurgião Sherwin Nuland conta a história do eletrochoque — inclusive o que tratou a sua própria depressão grave. Um relato de redenção.
Branca (C1), azul (B1) e amarela (A3): quando usar cada receituário, validade, quantidade, retenção e o que a ANVISA mudou (SNCR, validade nacional e novos modelos). Com os…
Expansão das fronteiras diagnósticas e disease mongering: os dois mecanismos que transformam experiências comuns em doenças — e prescrições.
O que os ensaios clínicos com antidepressivos mostram — e o que não conseguem mostrar: uma leitura crítica da medicina baseada em evidências.
Por que parar um psicotrópico exige tanto conhecimento quanto começar: adaptação dos receptores, síndrome de abstinência (FINISH) e a redução hiperbólica.
Duas reportagens do New York Times e os artigos científicos por trás delas — um mapa comentado do debate sobre como e quando parar um antidepressivo.
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