Construção de um diagnóstico em psiquiatria

Classificação
Exercício
Invente um transtorno: crie o nome e os critérios diagnósticos operacionais, e descubra na prática como nascem — e por que são criticadas — as categorias do DSM e da CID.
NotaFicha da atividade
  • Formato: exercício criativo de construção de critérios diagnósticos
  • Modalidade: em grupos, com apresentação à turma
DicaObjetivos de aprendizagem
  • Compreender a lógica operacional dos critérios diagnósticos do DSM-5 e da CID-11
  • Identificar os componentes típicos de um critério diagnóstico (sintomas, duração, prejuízo, exclusões)
  • Experimentar as dificuldades e arbitrariedades envolvidas na definição consensual de uma entidade nosológica
  • Discutir criticamente a utilidade clínica, científica e de saúde pública das categorias diagnósticas

Um diagnóstico psiquiátrico nos moldes atuais (CID-11 e DSM-5) se faz a partir de uma lista de critérios definidos consensualmente por um grupo de trabalho. O desafio da comunidade científica é construir um conjunto operacional e útil de entidades nosológicas que sirvam à clínica, à pesquisa e à saúde pública. Muitos diagnósticos atualmente descritos no DSM-5 e na CID-11, entretanto, são alvo de bastante crítica.

Em geral, os critérios diagnósticos possuem alguns dos componentes a seguir:

Como funciona

  1. Em grupos, criem um diagnóstico novo: escolham um nome e redijam os critérios a serem preenchidos, usando os componentes listados acima.
  2. Apresentem o diagnóstico à turma.
  3. Discutam: o diagnóstico criado seria útil para a clínica? Para a pesquisa? Para a saúde pública? Que críticas ele receberia?

Questões

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Materiais de apoio

Leituras sugeridas

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4, Introdução (tópico: Questões culturais) e Apêndice (Glossário de Conceitos Culturais de Sofrimento)
  • 5, cap. 38: Síndromes relacionadas à cultura
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
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Referências

1.
Craddock, N. & Mynors-Wallis, L. Psychiatric Diagnosis: Impersonal, Imperfect and Important. British Journal of Psychiatry 204, 93–95 (2014).
2.
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3.
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4.
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5.
Dalgalarrondo, P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. (Artmed, Porto Alegre, 2019).
6.
Frances, A. “Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais” (entrevista). (2014).
7.
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8.
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9.
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