Questões objetivas no estilo das provas de residência: uma vinheta curta e a melhor resposta entre quatro. Depois de cada uma, o gabarito comentado explica por que a certa é certa e por que as outras estão erradas.
O foco é semiologia, não diagnóstico nem conduta. Aqui há uma resposta certa, mas nos casos reais as fronteiras podem ser mais tênues do que num enunciado de prova.
No fim, duas questões-bônus opcionais, em asserção-razão. A medalha vem das 8 questões; as bônus não tiram nada de quem parar antes, valem pontos extras e, para quem gabaritar as 8 e as 2, rendem uma menção de louvor por cima da medalha.
Trabalhem em grupo, num só aparelho.
Fim das 8. Sua medalha já está definida por elas. Estas duas, em asserção-razão, são extras: quem parar aqui não perde nada; quem acertar as duas, em cima de um 8/8, ganha a menção de louvor.
Grupo . Vocês acertaram de 8.
Antes de discutir com a sala:
• Em qual questão a turma mais errou — e qual propriedade estava em jogo?
• Houve alguma em que vocês souberam nomear o fenômeno, mas erraram a propriedade?
• Onde a resposta dependeu da autoria do ato ("é meu, mas não controlo" × "não é meu")?
• Em que ponto do arco do ato voluntário cada fenômeno da prova quebrou?
Esse raciocínio é o do livro Intencionalidade, Vontade, Impulsividade e Livre Arbítrio. Conheça o projeto →